A Polícia Civil da Bahia informou que a advogada Cláudia Félix de Oliveira, de 51 anos, foi monitorada por vários dias antes de ser assassinada dentro da própria residência, em Itororó, no sudoeste do estado. A informação foi divulgada após a deflagração da Operação Vendetta, que resultou na prisão temporária de um policial militar da ativa e de um monitor de ressocialização terceirizado suspeitos de envolvimento no crime.
Segundo as investigações, os suspeitos estiveram em Itororó nos dias 20 e 21 de julho para observar a rotina da advogada. A polícia apura que, na noite de 24 de julho, eles seguiram para o município acompanhados de outros envolvidos e, na madrugada seguinte, invadiram a residência da vítima, onde o homicídio foi praticado. Outros suspeitos já foram identificados e continuam sendo procurados.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de prisão e de busca e apreensão em imóveis localizados em Lauro de Freitas e Dias d'Ávila. Com os investigados, os policiais apreenderam armas, munições, rádios comunicadores, colete tático e outros materiais que serão submetidos à perícia para auxiliar no andamento das investigações.
A principal linha de investigação aponta que o assassinato pode estar relacionado a uma cobrança envolvendo uma suposta dívida atribuída a um familiar da advogada. Conforme a Polícia Civil, a hipótese ainda está sendo apurada, enquanto o inquérito busca identificar todos os participantes e esclarecer a motivação do crime.
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