

No calor do verão e com o aumento do movimento nas praias, o risco de intoxicação alimentar também cresce — especialmente quando alimentos são deixados expostos ao sol ou não são conservados adequadamente. Especialistas em saúde orientam sobre práticas que podem ajudar banhistas a aproveitar o dia sem contratempos.
Uma das principais recomendações é manter os alimentos frescos e protegidos do calor, usando bolsas térmicas ou isopores com bastante gelo. Lanches que contêm maionese, ovo, peixe, frango ou produtos industrializados abertos devem ser consumidos rapidamente ou mantidos refrigerados, pois o calor acelera a multiplicação de bactérias que podem causar intoxicação.
Também é aconselhável lavar bem as mãos ou usar álcool em gel antes de comer, especialmente após passar tempo na areia ou no mar, onde as mãos podem estar sujas ou contaminadas. Frutas e vegetais devem ser higienizados previamente, e é importante evitar alimentos que já apresentem cheiro ou aparência estranhos.
Bebidas devem ser mantidas em recipientes limpos e, preferencialmente, com tampa para evitar que insetos ou partículas de areia entrem em contato com o líquido. O consumo de água potável é fundamental para manter a hidratação e ajudar o organismo a processar possíveis toxinas.
Se alguém começar a apresentar sintomas como náusea, vômito, diarreia ou dor abdominal, é importante interromper o consumo e procurar um posto de saúde ou atendimento médico o quanto antes, sobretudo em casos de desidratação ou sintomas persistentes.
Com cuidados básicos de manipulação, armazenamento e consumo, é possível reduzir bastante o risco de intoxicação alimentar e tornar a experiência na praia mais segura e agradável. ???
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