

Em Salvador, 330 pacientes aguardam transferência para leitos em hospitais estaduais através do sistema da Central Estadual de Regulação, permanecendo em unidades de urgência municipais.
Os dados foram divulgados pela Secretaria Municipal de Saúde (SMS).
No ano anterior, em maio, o prefeito Bruno Reis (União Brasil) afirmou que, sem o trabalho da gestão municipal, a saúde pública na Bahia estaria em situação ainda mais grave.
“Imagine se não existissem essas UPAs. As UPAs de Salvador tiveram a função de tirar as pessoas que ficavam nas portas dos hospitais, como o HGE (Hospital Geral do Estado) e o Roberto Santos. Muitas acamadas em macas, em corredores, à espera de atendimento. Isso não é teoria, é algo concreto. Essas pessoas, se não fossem nossas UPAs, não estariam em casa porque precisam de atendimento; estariam nas portas dos hospitais”, declarou Bruno Reis.
Durante a campanha eleitoral, o governador Jerônimo Rodrigues (PT) havia prometido eliminar a fila da regulação em todo o estado.
No mês passado, contudo, ele disse que não seria possível acabar com essa fila. “Vai haver regulação sempre. Vai haver espera sempre. Mas o que quero dizer é que estamos construindo uma estrutura de saúde em que as pessoas não fiquem meses esperando, dias esperando, seja por ortopedia, seja por problemas no coração”, afirmou o governador em entrevista.
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