
A prisão temporária da soldado da Polícia Militar investigada pela morte do comerciante Leonardo Gil Lima, de 33 anos, conhecido como "Léo Lanches", foi fundamentada em elementos reunidos durante a investigação, entre eles as imagens registradas pelas câmeras corporais utilizadas pelos policiais que participaram da ocorrência. A policial foi presa na terça-feira (4), no bairro da Pituba, em Salvador.
Segundo a Polícia Civil, o inquérito conduzido pela 1ª Delegacia de Homicídios (DH/Atlântico) incluiu a coleta de depoimentos, perícias técnicas e a análise das gravações dos equipamentos corporais. A partir desse conjunto de provas, aliado aos laudos produzidos pelo Departamento de Polícia Técnica (DPT), os investigadores conseguiram identificar a arma apontada como responsável pelo disparo que atingiu a vítima.
Com base nas evidências reunidas, a Polícia Civil solicitou a prisão temporária da investigada. O pedido foi autorizado pelo 2º Juízo da 2ª Vara do Tribunal do Júri de Salvador, após manifestação favorável do Ministério Público da Bahia. A prisão foi cumprida em uma ação integrada entre as polícias Civil e Militar, com apoio da Corregedoria da PM.
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