

O governador Jerônimo Rodrigues declarou que, ao saber de superlotação em um hospital estadual, orientou sua equipe a manter pacientes nos corredores exatamente daquela forma. Segundo ele, essa decisão foi tomada de propósito — e, se houver críticas, o Ministério Público deveria procurá-lo.
Jerônimo também responsabilizou os prefeitos pela situação: sugeriu que a origem do problema está na falta de estrutura na rede de saúde municipal. Ele afirmou que muitos prefeitos não teriam feito a transição de gestão com informações fundamentais, como dados sobre pacientes que precisam de tratamento, o que dificultaria o planejamento estadual.
A fala do governador provocou reação e levou à cobrança de soluções urgentes para aliviar a pressão sobre os hospitais estaduais, que estariam enfrentando desafios para dar conta da demanda crescente.
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