

A mulher do suspeito de assassinatos em série relatou que o marido demonstrava transformações comportamentais quando usava substâncias ilícitas. Segundo ela, em momentos alterados, ele mencionava carregar o peso de almas e dizia que não suportava “arrastar corpos”.
Apesar da descrição de atos extremos, ela afirma que ele sempre se mostrava gentil no convívio doméstico e nunca houve agressões físicas contra ela. A família, por sua vez, vive em tensão com as notícias que circulam — em certo episódio houve até a quebra de uma televisão para evitar que a mãe do suspeito acompanhasse os noticiários.
O homem, de 33 anos, morava em Salvador, onde também é investigado por outros casos de violência sexual. Há cerca de um ano e meio, ele se deslocou para Goiás. As autoridades apuram indícios de que ele aliciava mulheres, levava-as a terrenos isolados, e cometia feminicídio — algumas vítimas foram mortas a pauladas em locais desabitados.
A denúncia inclui ainda crimes de ocultação de cadáver, tentativa de estupro e latrocínio, entre outros. A prisão ocorreu em Rio Verde, após as investigações serem intensificadas.
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