

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) apontou inconsistências em um relatório apresentado para a obtenção da licença de instalação da Ponte Salvador–Itaparica, resultando na não emissão da autorização necessária para avançar com a obra. O parecer técnico levantou dúvidas sobre alguns aspectos do estudo apresentado, o que motivou o pedido de ajustes antes de uma possível aprovação.
Segundo a avaliação, pontos importantes do documento não estariam devidamente esclarecidos ou faltariam informações suficientes que garantam a proteção do patrimônio e do meio ambiente na área afetada pelo projeto. Com isso, o processo de licenciamento terá de ser complementado pelos responsáveis para atender às exigências apontadas pelo órgão.
A decisão representa um obstáculo temporário para o cronograma da ponte, que já vinha sendo debatida e planejada por autoridades e setores envolvidos no desenvolvimento da infraestrutura. O adiamento reforça a importância de relatórios robustos e bem-fundamentados em projetos de grande impacto territorial e cultural.
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