Uma mulher dirigiu-se à tarde de domingo a uma Unidade de Pronto Atendimento em Várzea Grande, alegando que seu bebê apresentava sintomas de gripe. A equipe de pediatria foi mobilizada, mas ao examinar o “paciente” constatou que se tratava de um bebê reborn — um boneco com aparência de criança real.
Diante da situação, o atendimento foi recusado. As autoridades da saúde municipal explicaram que as consultas são destinadas a pessoas com necessidades médicas reais — e que objetos ou bonecos não podem ser cadastrados, atenderem a ficha clínica ou usarem o cartão de saúde. A mulher deixou a unidade visivelmente contrariada com a negativa.